Design e sistema — Frowexa

Documento em duas frentes — Landing Page e Aplicação — com foundation (cores, tipografia, hierarquia, espaçamento) e a forma como cada superfície aplica o sistema às suas premissas.

1. Papel de UI e UX

UI cuida de legibilidade, consistência, hierarquia, estados e componentes. UX cuida de tarefa, expectativa, erros e confiança. A mesma base visual serve duas leituras: a landing apresenta e convence; o app permite modelar e auditar — por isso as premissas e o desenho não são intercambiáveis, só alinhados.

2. Foundation (guia rápido)

Exemplo de tokens e decisões de base comuns — a landing e a app compartilham a paleta e a escala de texto base; a landing acrescenta camada de display (títulos de marketing).

2.1. Paleta e papéis de cor

Neutros (fundo, superfície, texto): universo escuro com texto claro, cartões ligeiramente elevados e bordas discretas.

Papel Uso Exemplo (token → valor)
Neutro · fundo do canvas Área global atrás de fluxo e tabela; base da landing. canvas-bg → #111111
Neutro · cartão / painel Cartões do fluxo, toolbars, blocos de conteúdo. card-bg → #1c1c1c
Neutro · borda / divisão Contorno de cartões, separadores, inputs. card-border → #2a2a2a
Neutro · texto (níveis) Primário (corpo), secundário (apoio), desativado/legenda. text-primary → #fafafa · text-secondary → #a1a1aa · text-muted → #71717a
Cor primária (acento) Destaque de ação, origem no fluxo, foco e ligação ao “começo lógico” do modelo. accent-origem → #3b82f6
Cor secundária (destaque alternado) Leitura de etapa/resultado sem competir com o primário; camada de leitura “fria” no fluxo. accent-resultado → #94a3b8
Semântica (operações) Diferença visual entre tipos de transformação lógica no grafo (ex.: sinal de operação). op-plus / minus / div / … (verdes, vermelhos, laranja, roxo, etc.)
Foco Anel de foco visível em controles, coerente com o acento. focus-ring → rgba(59, 130, 246, 0.45)

2.2. Tipografia

2.3. Hierarquia visual (resumo)

Nível Landing Aplicação
1 — Título de impacto Display / h1 de seção: promessa e âncora emocional. Nome do fluxo, presença do canvas: foco da tarefa.
2 — Contexto Leads e parágrafos introdutórios, faixa de leitura 45–60ch em blocos longos. Subtítulos de nós, colunas de tabela, rótulos de módulo.
3 — Ação e detalhe CTAs (primário + secundário), legendas, microcopy. Botões de barra, inputs, ações de nó, leitura de impacto numérico.

2.4. Espaçamento, raios e ritmo

Landing — exemplos (tokens de respiro): margem horizontal da grade ~28px, seções com padding vertical largo (ex. 72px / 92px) entre blocos, gaps de grade de cartões ~48px (denso ~28px), espaço após título/lead (ex. 20px / 44px).

Aplicação — exemplos: raios de ~12px em controles e painéis (ex. zoom), cartões alinhados ao card-bg; padding de cartão confortável à leitura, sem “máxima densidade” em todo o tela — só na tabela/fluxo onde é intencional.

Princípio: a landing respira (story, prova, CTA); o app compacta onde o modelo o exige (célula, nó) e abre onde a pessoa toma decisão (ferramentas, painel de regras).

3. Landing Page

3.1. Premissas

3.2. Aplicação do design (como o sistema se cumpre aqui)

A landing organiza a página em seções sequenciais (promessa, pipeline com prova, produto, módulos, contato) com títulos fortes, leads legíveis e padrão repetido de CTA. O fundo usa grade pontilhada sutil (textura de leitura, não ruído) sobre o canvas-bg. Mídias (imagem, vídeo) seguem o mesmo quadro / moldura (bordas, raio, sombra) para a prova visual parecer unidade de produto, não captura avulsa. A pilha de marketing reutiliza a escala de tipos de landing, com microcopy, legendas e seções acessíveis. O efeito procurado: o visitante reconhece o universo do app (escuro, cartões, azul de acento) e entende a narrativa, sem ainda interagir com o canvas completo.

4. Aplicação (produto)

4.1. Premissas

4.2. Aplicação do design (como o sistema se cumpre aqui)

O canvas repousa sobre fundo e grade neutros, com cartões (origem, etapa, resultado) e ligações com estados e operações claramente distinguíveis. Cores e peso visual seguem a semântica (origem, resultado, tipo de ligação). A barra de título e controles de vista dão estado e controle de zoom/área de trabalho; a barra de ações do canvas concentra a próxima ação previsível (adicionar, ferramenta). A tabela do fluxo projeta a mesma cadeia com tipografia condensada alinhada, para leitura tabular, auditoria e explicação a terceiros. O módulo financeiro aprofunda em área lateral ou contextual com a ordem e o efeito das regras visíveis e sequenciais, fechando a heurística de “sem caixa negra” entre premissa e resultado. No estado vazio, a app mostra passos de onboarding com verbos e ordem, orientando a primeira tarefa sem desviar a atenção do fluxo. O anel de foco e a ordem lógica de interação reforçam o uso com teclado e leitores, no mesmo contraste base da foundation.

5. Heurísticas de Nielsen (landing vs. app)

Resumo: a mesma heurística com ênfase diferente — na landing, clareza de promessa e prova; no app, controle, estado e cadeia explícita.

# Heurística (resumida) Na landing No app
1 Visibilidade de estado Seção clara, progressão da história, CTAs “onde esperamos”. Zoom, título do fluxo, tabela a refletir a cadeia; cálculo visível no percurso.
2 Correspondência ao mundo real Vocabulário de negócio: premissas, etapas, impacto, trial. Mesma linguagem nos nós; tabela conhecida de revisão de números.
3 Controle e liberdade Rotas e CTAs: explorar, testar, voltar, sem “armadilha”. Desfazer, ajustar premissa, recompor a cadeia com previsibilidade.
4 Consistência e padrões Mesma paleta e padrão de blocos, hero → seção → CTA coerente. Mesmas famílias, estados, cartão e bordas em todo o fluxo.
5 Prevenção de erros Prova e microcopy reforçam o que a pessoa obtém, antes do erro de expectativa. Relações e regras expostas; evitar composições inválidas por desenho.
6 Reconhecimento (não memória) Argumentos e ilustração fixos na página, escaneáveis. Cartões, rótulos, ligação visível, sem “fórmula invisível”.
7 Flexibilidade/eficiência Leitura rápida (scan) + profundidade opcional (documentos, seções longas). Modelar de forma contínua; tabela e canvas como atalho cognitivo.
8 Estética minimalista Prova mínima necessária para vender a ideia, sem recheio. Informação só onde a tarefa exige, sem enfeite que roube foco ao grafo.
9 Reconhecer/ corrigir erros Clarificar promessa, antecipar dúvida, CTAs alinhados ao valor. Estados, bloqueios, mensagem acionável, não jargão interno.
10 Ajuda e documentação Conteúdo de landing + seções; orientação in-page. Onboarding mínimo no contexto de uso, sem manual obrigatório no primeiro uso.

6. Contraste e legibilidade (compartilhado)

Tanto a landing quanto o app se baseiam no contraste de text-primary e níveis de secundário/muted sobre fundos e cartões escuros. Ajustes em estados (hover, foco) revalidam a leitura, principalmente em rótulos pequenos e nos números de tabela. A landing, por narrar mais, beneficia de mais respiro; a app, por apresentar mais densidade, beneficia de alinhamento tipográfico e nítido traço de grade e bordas.

7. Acessibilidade (alinhada à foundation)

8. Sistema, consistência e evolução

Tokens de cor, tipo e respiro permitem ajuste global. Quando a base se altera, ambas as superfícies tendem a herdar a mesma decisão, variando escala (landing) e densidade (app), não a identidade. Protótipos e documentação (como este arquivo) servem para a decisão de design ser rastreável, comparável e replicada.

9. Síntese

Landing aplica a foundation para explicar e provar com leitura generosa. Aplicação aplica a foundation para modelar, comparar e auditar com concentração. O que une as duas é a mesma promessa: o raciocínio fica visível, compartilhável e alinhado ao desenho do sistema.

Referência de teoria: heurísticas de Nielsen. Critérios de acessibilidade: WCAG 2.1 como orientação. Valores concretos de tokens acompanham a evolução do produto, mantendo os papéis (neutro, acento, semântica) acima de qualquer ajuste puntual de hex.

90% da documentação foi gerada por IA dentro dos contextos e intenções do autor.